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quarta-feira, 17 de abril de 2013

Faça como fez Armínio... Leia Calvino!



“Depois da leitura da Escritura, a qual ensino, inculcando tenazmente, mais do que qualquer uma outra… Eu recomendo que os Comentários de Calvino sejam lidos... Pois afirmo que, na interpretação das Escrituras, Calvino é incomparável, e que seus Comentários são para se dar maior valor do que qualquer outra coisa que nos é legada nos escritos dos Pais — tanto que admito ter ele um certo espírito de profecia, em que se distingue acima dos outros, acima da maioria, de fato, acima de todos”. Jacobus Arminius (1560-1609)

Pois então...

sexta-feira, 12 de abril de 2013

10 razões pelas quais nossos jovens deixam a Igreja



Todos nós sabemos quem eles são: as crianças criadas na igreja. Eram as estrelas do grupo de jovens. Talvez tenham cantado na equipe de louvor ou lideraram o culto. E então… eles terminam o ensino médio e saem da igreja. O que aconteceu?

Isso parece acontecer com tanta frequência que eu quis descobrir mais sobre isso, falar com esses jovens e obter algumas respostas honestas. Eu trabalho em uma cidade principalmente universitária, cheia de jovens em seus 20 anos. Grande parte deles foram criados em típicas igrejas evangélicas. Quase todos eles saíram da igreja sem intenção de voltar. Eu gasto algum tempo com eles e é preciso muito pouco para fazê-los desabafar, e eu fico feliz em ouvir. Então, depois de muitas horas gastas em cafeterias e depois de pagar alguns almoços, aqui temos os pensamentos mais comuns obtidos através dezenas de conversas. Espero que alguns deles te façam ficar com raiva. Não com a mensagem, mas com o fracasso do nossa substituição pragmática do evangelho da cruz pelo evangelho da glória americanizado. Isso não é um texto negativo de “paulada na igreja”. Eu amo a igreja, e quero ver o evangelicalismo Americano se voltar ao Evangelho de arrependimento e fé em Cristo para o perdão de pecados; não apenas como algo na página “em que cremos” do nosso website, mas como o cerne do que pregamos dos nossos púlpitos para as nossas crianças, nossos jovens e nossos adultos.

Os fatos
As estatísticas [N.T.: referentes aos Estados Unidos, país do autor] são assustadoras: 70% dos jovens param de frequentar a igreja quando terminam o ensino médio. Quase uma década depois, cerca de metade desses retornam à igreja - metade. Pense um pouco nisso.

Não há uma forma fácil de dizer isso: a igreja evangélica americana perdeu, e está perdendo, a certamente irá continuar perdendo, NOSSOS JOVENS. Apesar de toda a conversa de “nosso melhor recurso”, “nosso tesouro”, e das multimilionárias imitações do Starbucks que construímos e das bandas de rock que tocam nelas… a igreja está deixando os jovens na mão. Terrivelmente.

top 10 de razões pelas quais estamos perdendo nossos jovens:

10. A igreja é “Relevante”
Você não leu errado, eu não disse irrelevante, eu disse RELEVANTE. Nós pegamos a fé histórica, 2 mil anos de fé antiga, a vestimos de xadrez e calças jeans skinny e tentamos vender isso como “legal” para nos nossos jovens. Isso não é legal. Isso não é moderno. O que estamos entregando é uma imitação barata do mundo que fomos chamamos para evangelizar.

Como diz o ditado, “Quando o navio está no mar, está tudo bem. Quando o mar entra no navio, aí você tem problemas”Não estou me queixando sobre “mundanismo” como um bicho-papão pietista, eu estou falando do fato que nós bocejamos por causa da leitura de um texto bíblico de 5 minutos, mas quase tropeçamos ao correr para bajular uma sub-celebridade ou atleta qualquer que faz alguma vaga referência sobre ser cristão.

Nós somos como bajuladores em potencial, apenas esperando que o mundo ache que nós somos legais também, tipo como vocês são, cara! Nossos jovens conhecem o mundo real e a nossa pose de “olhe como somos legais como você” é facilmente ridicularizada. Em nosso esforço para ser “como eles” nós nos tornamos menos do que realmente somos. O pastor de meia idade tentando parecer que tem 20 e poucos não é relevante. Vista-o com calça jeans skinny e bote na sua mão um café, não faz diferença. Isso não é relevante, é comicamente clichê. No momento em que você tenta ser “autêntico”, você não é mais autêntico!

9. Eles nunca frequentaram uma igreja, para começo de conversa
De um berçário com tema de Arca de Noé, para um painel eletrônico de estádio de futebol no acampamento das crianças, das noites de pizza aos shows de rock, muitos jovens evangélicos foram mimados em uma estufa nem-tanto-igreja, mas nem-tanto-mundo. Eles nunca se sentaram em um banco de igreja entre pais de primeira viagem com um bebê agitado e um idoso com um cilindro de oxigênio. Eles não veem o caminho completo do evangelho por todas as fases da vida. Em vez disso, nós silenciamos a mensagem, aumentamos o volume do som e agimos surpresos quando…

8. Eles ficam espertos
Não é que nossos estudantes “ficam mais espertos” quando saem de casa, o que ocorre é que alguém os trata como sendo inteligentes. Em vez do nosso emburrecimento da mensagem, os agnósticos e ateus tratam nossos jovens como inteligentes e desafiam seu intelecto com “pensamentos profundos” de questionamentos e dúvidas. Muitas dessas “dúvidas” tem sido respondidas, em grande profundidade, ao longo dos séculos de nossa fé. No entanto…

7. Nós os enviamos desarmados
Sejamos honestos, a maioria das nossas igrejas está mandando jovens ao mundo vergonhosamente ignorantes de nossa fé. Como não poderia ser assim? Nós abandonamos o ensino básico das escolas dominicais, vendemos a atitude de “menos doutrina, mais atitude” e os incentivamos a começar a busca para encontrar “o plano de Deus para a vida deles”. Sim, eu sei que nossa igreja tem uma página de “em que cremos” no nosso site, mas é isso mesmo que tem sido ensinado e reforçado no púlpito? 

Eu tenho conhecido líderes de igreja evangélica (“pastores”) que não sabem a diferença entre justificação e santificação. Já conheci membros de conselho de mega-igrejas que não sabiam o que é expiação. Quando escolhemos líderes baseados em suas habilidades de atrair e liderar pessoas ao invés de ensinar a fé com precisão… Bem, nós não ensinamos a fé. Surpreso? E em vez da fé histórica e ortodoxa…

6. Nós damos porcaria como alimento
Você deu o seu melhor para transmitir a fé interior/subjetiva que você “sente”. Você realmente, realmente, quer que eles “sintam” isso também. Mas nunca fomos chamados a evangelizar nossos sentimentos. Você não tem como passar adiante esse tipo de fé subjetiva. Sem nada sólido para basear sua fé, sem nenhum credo histórico para amarrá-los a séculos de história, sem os elementos físicos do pão, vinho e água, a fé deles está em seus sentimentos subjetivos, e quando confrontados por outras formas de se “sentir bem” propostas pela faculdade, a igreja perde para outras coisas com um apelo muito maior à nossa natureza humana. E eles encontram isso na…

5. Comunidade
Você percebeu que essa palavra está por TODO LADO na igreja desde que a igreja seeker-sensitive e outros movimentos de crescimento da igreja entraram em cena? (Há uma razão e uma filosofia motriz por trás desses movimentos que está fora do escopo desse artigo). Quando nossos jovens saem de casa, eles deixam a comunidade de manufatura na qual passaram toda a sua vida. Com a sua fé como algo que eles “fazem” em comunidade, eles logo descobrem que podem experimentar “mudança de vida” e “melhoria de vida” em “comunidade” em vários contextos diferentes.

Misture isso com uma fé pragmática e subjetiva, e a centésima edição de festa com pizza na mega-igreja local não tem como competir contra escolhas mais fáceis e mais naturalmente atraentes de outras “comunidades”. Assim, eles saem da igreja e…

4. Eles encontram sentimentos melhores
Ao invés de uma fé externa, objetiva e histórica, nós estamos dando aos nossos jovens uma fé interna e subjetiva. A igreja evangélica não está ensinando os catecismos ou os fundamentos da fé aos nossos jovens, nós estamos simplesmente incentivando-os a “serem gentis” e “amarem Jesus”

Quando eles saem de casa, percebem que podem ser “espiritualmente realizados” e ter os mesmo princípios subjetivos de auto-aperfeiçoamento (e sentimentos quentinhos) de algum guru de autoajuda, de gastar tempo com amigos ou fazendo trabalho voluntário em algum abrigo. E eles podem ser verdadeiramente autênticos, e eles podem ter essa chance porque…

3. Eles estão cansados de fingir
No melhor do “sua melhor vida agora”, “todo dia é sexta-feira” do mundo evangélico, há um pouco espaço para depressão, conflito ou dúvidas. Deixe esse semblante de chateação, ou saia daqui. Jovens que estão sendo alimentados com uma dieta estável de sermões destinado a remover qualquer coisa (ou qualquer pessoa) que pragmaticamente não obedece ao “Maravilhoso plano de Deus para a sua vida” e são forçados a sorrir e, como uma antiga música os encoraja, a “baterem palmas” para isso o tempo todo. 

Nossos jovens são espertos, muito mais espertos do que acreditamos. Então eles proclamam uma mensagem que escutei bastante desses jovens “A igreja está cheia de hipócritas”. Por quê? Porque apesar de que nunca lhes tenha sido ensinado sobre a lei ou sobre o evangelho…

2. Eles conhecem a verdade
Eles não conseguem fazer isso. Eles sabem disso. Todo aquele moralismo de “seja gentil” que eles foram ensinados? A Bíblia tem uma palavra para isso: Lei. E é disso que nós os alimentados, diretamente, desde que os deixamos no berçário da Arca de Noé: Faça/ Não Faça. Quando eles ficam mais velhos começa o “Crianças de Deus fazem/ não fazem”, e quando adultos, “faça isso ou aquilo para ter uma vida melhor”. O evangelho aparece brevemente como algum “faça isso” para “ser salvo”. Mas a dieta deles é a Lei, e a escritura nos diz que a lei nos condena. Então, sabe aquela sorridente declaração de fé “ame a Deus e ame as pessoas”? Sim, você acabou de condenar os jovens com isso. Legal, né? Ou eles pensam que são “pessoas boas”, já que não “fazem” nenhuma das coisas que a sua denominação ensina que não pode fazer (beber, fumar, dançar, assistir filmes adultos), ou eles percebem que eles não atingem as próprias palavras de Jesus sobre o que é necessário. Não há descanso nessa lei, apenas um trabalho árduo que eles sabem que não estão aptos a cumprir. Então, de qualquer forma, eles abandonam a igreja porque…

1. Eles não precisam dela
Nossos jovens são espertos. Eles entenderam a mensagem que nós ensinamos, inconscientemente. Se a igreja é simplesmente um lugar para aprender ensinamentos de vida que os leva para uma vida melhor em comunidade… Você não precisa de um Jesus crucificado para isso. Por que eles deveriam acordar cedo no domingo para ver uma imitação barata do entretenimento que eles viram na noite anterior? O pastor de meia idade tentando desesperadamente ser “relevante” para eles, seria engraçado se não fosse trágico. Como nós descartamos o evangelho, nossos estudantes nunca são atingidos pelo impacto da lei, dos seus pecados diante de Deus, e da sua necessidade desesperada da obra expiatória de Cristo. Certamente, ISSO é relevante, ISSO é autentico, e ISSO é algo que o mundo não pode oferecer.

Nós trocamos um evangelho histórico, objetivo e fiel baseado na graça de Deus dada a nós por um evangelho moderno, subjetivo e pragmático baseado em atingir nossos objetivos ao seguir estratégias de vida. Ao invés de sermos fiéis à tola simplicidade do evangelho da cruz, temos estabelecido como objetivos o “sucesso” de uma multidão crescente alcançada com esse evangelho de glória. Esse novo evangelho não salva ninguém. Nossos jovens podem marcar todos os itens de uma lista de autoajuda ou simplesmente um espiritualismo auto concebido… E eles podem fazer isso com mais sucesso pragmaticamente e em uma comunidade mais relevante. Eles saem porque, lhes dada a escolha, com a mensagem que ensinamos a eles, é a escolha mais inteligente.

Nossos jovens saem porque nós não conseguimos entregar-lhes a fé “que uma vez por todas foi entregue” à igreja. Eu gostaria que não fosse óbvio assim, mas quando eu apresento a lei e o evangelho para esses jovens, a resposta é a mesma de sempre: “eu nunca ouvi sobre isso”. Eu não sou contra entreter os jovens, nem mesmo painéis eletrônicos ou festas com pizza (apesar de que provavelmente eu seja contra caras de meia idade vestindo uma calça justa para ser “relevante”). É apenas que aquela coisa, a PRINCIPAL coisa que nos foi incumbida? Nós estamos falhando. Nós falhamos com Deus e falhamos com nossos jovens. Não deixe outro jovem sair pela porta sem ser confrontado com todo o peso da lei, e com toda a liberdade do evangelho.


Traduzido por Marianna Brandão

Fonte: iProdigo

terça-feira, 19 de março de 2013

Ex-lutador do UFC troca octógono por campo missionário



Justin Wren já foi considerado um nome promissor do UFC, com chances de seguir as estrelas da franquia. Mas o norte-americano peso pesado resolveu trocar os socos no octógono por uma causa bem mais nobre. Missionário, o lutador passa a vida agora ajudando tribos de pigmeus africanas a sobreviverem na selva em meio a chacinas e até a ataques brutais de canibalismo. 

O atleta de 25 anos já viajou em dois períodos de um mês para o meio da floresta do Congo auxiliando o “povo mais oprimido do mundo”, segundo suas palavras. Agora, ele se prepara para retornar em julho e ficar mais um ano ininterrupto ao lado dos pigmeus. “Ao invés de lutar para os ricos assistirem, vi que poderia lutar para ajudar as pessoas que realmente precisam, aqueles que ninguém defende. Eles são o povo mais necessitado do mundo. Vivem no meio da floresta, a 85 quilômetros da civilização. Eles não têm acesso aos medicamentos e ninguém quer saber deles. Visitei nove vilas ao todo e nenhuma delas tinha um só cobertor. As pessoas dormem literalmente na terra”, afirmou Wren em entrevista ao UOL Esporte. 

As tribos de pigmeus do Congo são alvos de ataques étnicos e territoriais constantes por ficarem localizadas em algumas das áreas mais ricas do mundo do minério “coltan” - também apelidado de ouro azul. O povo é massacrado por rebeldes em meio à guerra civil no país e também é alvo de ataques canibais, pois alguns grupos rivais acreditam que a carne de pigmeus dá poderes sobre-humanos. “Os pigmeus são caçados, cozinhados e comidos. Assim mesmo. Eles procuram os órgãos de crianças em busca de poderes. As crenças são bem malvadas. Até mesmo o vice-presidente do país foi preso por assassinato e canibalismo”, comentou Wren, citando Jean-Pierre Bemba, acusado de estar ligado a assassinatos e estupros em massa. 

Os dados realmente impressionam. Um estudo de sociólogos americanos apontou que 48 mulheres são estupradas a cada hora na República Democrática do Congo. E entre as tribos de pigmeus, os problemas são ainda maiores: quatro de cada dez crianças da etnia morrem antes de atingir cinco anos. Mas apesar de toda a brutalidade, Justin Wren disse que ainda não precisou usar na selva suas habilidades como lutador. O americano não chegou a presenciar nenhum ataque, mas admite que essa possibilidade será real quando regressar ao país no meio do ano. Justin Wren é recebido por crianças no Congo “Tentamos manter a paz acima de tudo. Já houve vezes em que eu realmente tive vontade de lutar ao ouvir algumas coisas, mas tentamos manter a paz com todos, atém mesmo com quem escraviza os pigmeus. Talvez um dia eu realmente precise lutar, mas eu só quero a paz e mais nada”, ressaltou o atleta, apelidado pelos locais de “Efeosa” (“O homem que nos amava”).  

Justin Wren se tornou conhecido dos amantes de MMA ao participar da décima temporada do reality show “The Ultimate Fighter”, nos Estados Unidos. Ele foi treinado por Rashad Evans e acabou fora do quadro de lutadores do UFC ao ser derrotado por Jon Madsen no evento final da temporada. Depois disso, ainda somou três vitórias seguidas até parar de lutar em 2010. Apesar da vida longe do octógono, Justin Wren afirma que ainda acompanha atentamente o que acontece no UFC. 

Fã de Junior dos Santos e Rodrigo Minotauro, o atleta pediu por uma nova luta entre Cigano e Cain Velásquez, favorecendo o brasileiro no terceiro combate. “A divisão dos pesados é muito dura, com caras bons. Estou esperando muito por uma terceira luta entre o Junior dos Santos e o Cain Velásquez. Se o JDS mostrar a mesma motivação que teve na primeira vez, ele deve ganhar. É muito atlético e forte, mas com certeza é uma luta bem disputada, que pode ir para os dois lados”, avaliou Wren. 

Afastado dos combates há três anos, o atleta não descarta retornar ao MMA, principalmente para usar a visibilidade dada pelo esporte para divulgar sua causa. “Ainda tenho 25 anos e sou mais novo que a maioria dos pesos pesados. Com certeza poderia lutar, mas primeiro quero voltar à África”, completou.


Abaixo, um vídeo feito pelo próprio Wren, onde as crianças veem um homem branco pela primeira vez na vida.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Jorge Mario Bergoglio, o novo Papa é argentino



Ontem, por volta das 15:10h (horário de Brasília), a tão esperada fumaça branca saiu pela chaminé da capela Sistina, no Vaticano, anunciando que os 115 cardeais chegaram a um acordo e escolheram o novo papa que irá liderar a Igreja Católica Romana. A decisão foi tomada depois de 13 dias da renúncia de Bento XVI, que desistiu do cargo alegando estar cansado para cumprir as tarefas que o papado exige.

Os sinos da basílica de São Pedro tocaram anunciando que o novo pontífice foi eleito com pelo menos dois terços dos votos dos cardeais. O sinal sonoro também informa que o eleito aceitou comandar a Santa Sé. Os cardeais decidiram em apenas dois dias quem será o novo papa.

Uma multidão acompanhava do lado de fora da Capela Sistina aguardando a decisão que foi anunciada pela sacada do prédio. O novo papa é o argentino (isto mesmo!) Jorge Mario Bergoglio, arcebispo de Buenos Aires, que vai usar o nome de Francisco.

Bergoglio é filho de italianos, tem 76 anos e pertence a ordem dos jesuítas. Ele é considerado um líder conservador, com posturas contrárias ao casamento homossexual, a ordenação feminina e ao aborto. Ele é conhecido por seu estilo de vida simples, recusando mordomias comuns ao seu cargo eclesiástico, como carro particular com motorista. Bergoglio foi nomeado cardeal pelo Papa João Paulo II em 2001.

Deixo aqui a minha opinião, já compartilhada em meu Facebook: Não sou ecumênico e nem a favor do ecumenismo, mas creio que todos os cristãos devem orar pelo novo papa (mesmo sendo ele argentino, rsrsrs). Espero que ele tenha uma postura ética e bíblica diante dos grandes debates atuais, como a questão da homossexualidade, o aborto e a castidade antes do casamento. Apesar dos erros, Bento XVI se mostrou firme em muitos de seus posicionamentos. Fazendo isso, estaremos cumprindo o mandamento bíblico de orarmos em favor de todos aqueles que estão investidos de autoridade, independente de quem seja e de qual religião professa


terça-feira, 12 de março de 2013

Edir Macedo diz que maioria dos pastores são endemoninhados



Edir Macedo, líder máximo da organização IURD, é um sujeito prá lá de polêmico. Ele já andou falando muita coisa que provocou a ira de muitas pessoas, incluindo aí, fortes ataques a grupos evangélicos de linha pentecostal. 

Recentemente, o "poderoso" bispo declarou em um de seus "sermões" que a maioria dos pastores do mundo todo, estão possessos pelo "catiço", pelo "sete pés", pelo "trombadinha". Ele disse: “Eu não tenho a mínima dúvida de dizer que a maioria dos pastores neste mundo inteiro são endemoninhados… Eu não tenho o mínimo medo. Eu tenho certeza do que estou falando. Pelo que eu conheço, pelo que eu já vi, a maioria deles não é liberto”. Duvida? Então se liga no vídeo abaixo:


Se este senhor toma como exemplo alguns dos "pastores" de sua organização, realmente não dá para duvidar dele.

terça-feira, 5 de março de 2013

Comer a Bíblia... Você está fazendo isto errado... Muito errado!

Em sua visão apocalíptica, o apóstolo João, a mando de Deus, comeu um "livrinho", que se encontrava em poder de um anjo. Em sua boca o livrinho foi doce como o mel, mas em seu ventre se tornou amargo (Ap 10.1-11). O sentido dessa ordem é revelar a necessidade da assimilação da Palavra de Deus e fazê-la parte da nossa vida. Ver e conhecer o livro não é suficiente; é preciso comê-lo. Significa que para ser pregada, a mensagem antes precisa ser interiorizada.

Os sabores doce e amargo significam que, não há nada mais doce que a Palavra de Deus (Sl 19.10; 119.103). Porém, logo após uma pessoa se tornar cristã, aparecem os problemas, as perseguições, as aflições (2Tm 3.12). Mas Cristo nos garante vitória em todo amargor que nos acompanha (Jo 16.33; Rm 8.33-39; Fp 4.13). Esse amargo também simboliza o juízo contra aqueles que provam a Palavra e depois a rejeitam.

Pois há pessoas que não pensam assim. Antes, ignoram toda e qualquer norma hermenêutica sadia e, em nome de uma suposta (e muito estranha) contextualização, cometem erros grosseiros e nos "presenteiam" com grandes pérolas da bizarrice gospel. Confira o vídeo abaixo e veja a absurda estratégia de um pastor para incentivar jovens a lerem as Escrituras.


É claro que não vou questionar a sinceridade do pastor, mas ao comer literalmente uma Bíblia, ele vai trazer mais malefícios do que benefícios à causa bíblica. Ele poderia ter usado outros meios para tal incentivo e, assim, não se tornaria alvo de críticas e de piadas. Como já escrevi por aqui: Até loucura tem que ter limite.

Ah! Para comer, eu prefiro uma pizza.

Retornando com bizarrice gospel


Olá gente boa! Faz muito tempo que não posto nada por aqui... É, meu amigo, a correria do dia-a-dia não é moleza! Graças a Deus por isso! Nesse tempo, muitas notícias importantes foram destaque no meio cristão: Renúncia do Papa, Benny Hinn no Brasil (argh!), "crente" pulando carnaval vestido de "Zé Pelintra" ("Pode isso Arnaldo?"), a demonização do Android e por aí vai...

Hoje me deparei com esta bizarrice - que não é recente, mas merece o destaque. Prestem bastante atenção às descrições dos ditos "elementos sagrados".


É meus amigos, entra ano e sai ano, e as coisas continuam do mesmo jeito e, quando mudam, na grande maioria das vezes, é para pior.


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